Profissão jornalista não permite que você se entedie. Com 35 anos de  carreira só na RPC, Dulcineia Novaes relata um pouco de sua experiência. Ícone do telejornalismo paranaense, ela é repórter de rede da Globo. Além de reportagens para o Jornal Nacional, já faz alguns anos que ela integra o seleto grupo de repórteres que se rodiziam nos especiais do Globo Repórter. Volta e meia cruza fronteiras para mostrar ao público os encantos de outras paragens.

Desde 2009, o Supremo Tribunal Federal entendeu que não é preciso diploma para exercer a profissão de jornalista. Ainda assim, é um dos cursos mais procurados nas universidades públicas. Ele é o profissional que vai em busca da notícia, da informação e leva-a ao público. É um comunicador social. Pode trabalhar em redações de jornais impressos, websites, portais, assessorias de imprensa e comunicação, emissoras de rádio e televisão.

Dentre as muitas funções que pode desempenhar estão: repórter, pauteiro/produtor, editor de texto, chefe de reportagem, editor chefe, assessor de imprensa, fotojornalista, repórter cinematográfico.

PROFISSÃO JORNALISTA: REGULAMENTAÇÃO

A categoria tem um piso salarial. No Paraná, fica em torno de R$ 3 mil para uma jornada de cinco horas de trabalhos diárias. O grande problema é que a maioria absoluta dos profissionais fica com este salário quase a vida toda. Aumenta com os anuênios. Atualmente, as redações têm optado por dispensar os mais experientes para contratar recém formados pelo valor do piso.

Envolta num falso glamour, buscar informações, checar dados, confrontar números e afirmações, a profissão exige muito mais transpiração que inspiração. Assim como ocorre no futebol, são poucos, quase raros, os casos de super salários. Âncoras de telejornais da Rede Globo lideram este ranking. Mas a julgar pela trajetória do Jornal Nacional, talvez seja mais fácil ganhar um prêmio milionário. Em mais de 40 anos de existência, teve dois titulares: Cid Moreira e, agora, William Bonner.

O que vale, sempre, é o encantamento de descobrir, contar e fazer parte da nossa história contemporânea.

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